terça-feira, 20 de novembro de 2007

Dia da Consciência Negra

Foto (divulgação): Igualdade - os gêmeos Kaydon e Laydon Richardson, nascidos em 2006, em Middlesbrough, no Reino Unido, Inglaterra. (www.newsblog.com.br em 25/10/2006)

O Dia da Consciência Negra é celebrado em 20 de novembro no Brasil, dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. O Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte forçado de africanos para o solo brasileiro, em 1594.
Algumas entidades como o Movimento Negro organizam palestras e eventos educativos, visando principalmente crianças negras. Procura-se evitar o desenvolvimento do auto-preconceito, ou seja, da inferiorização perante a sociedade. Outros temas debatidos pela comunidade negra e que ganham evidência neste dia são: inserção do negro no mercado de trabalho, cotas universitárias, se há discriminação por parte da polícia, identificação de etnias, moda e beleza negra, etc. (Fonte: Wikipédia)

"Você ri da minha roupa/Você ri do meu cabelo/Você ri da minha pele/Você ri do meu sorriso/A verdade é que você,/ Tem sangue crioulo/Tem cabelo duro/Sarará crioulo..."

(Olhos Coloridos – cantado por Sandra de Sá)

Hoje, dia 20 de novembro é o Dia da Consciência Negra. Ter consciência negra é antes de tudo assumir que é negro, reconhecer sua identidade, identificar-se com a rica história e cultura que circunda a raça negra.
Ser negro é ser reflexo de uma luta por liberdade e igualdade, é ter uma cultura que atravessou mares, em navios negreiros;vencendo algemas, troncos e chicotes, espalhando-se por todos os recantos e nos mais variados aspectos: nas comidas, nas danças, na música, no vestuário, nas expressões do riso e do olhar, na coragem, na perseverança, no timbre da voz...
O negro tão bem expandiu sua história e sua cultura, que até mesmo os que o discriminam tem nos seus hábitos o reflexo da raça negra; incluso nas refeições diárias, na música que gosta de ouvir, nas danças, nos acessórios que usa e em tantas outras coisas que circundam nossa vivência. Ser negro é lindo e universal!


Anna Jailma - jornalista, blogueira e negra

2 comentários:

Anônimo disse...

Cara amiga, Anna Jailma, eu sou negro, me acho lindo, adoro minha raça.
Na minha terra luto por um mundo melhor e acredito que os negros do Brasil não buscam o seu espaço conforme tem direito.
A cor do homem não aspira sua conduta. Infelizmente, o próprio negro já preconceituoso.
Eu amo a minha namorada, Francinete, que é uma negra linda e não entendo por que os nossos irmãos só querem mulheres loiras e brancas. Devemos procriar a nossa raça.
Parabéns pela matéria e pelo blog que está demais.Do seu amigo e fã , Carlos.

Anônimo disse...

Cara seu blog é mega-show ... parabéns mesmo..

se puder dê uma visatada no meu..


http://veja-blog.blogspot.com/

xD~