segunda-feira, 23 de junho de 2008

GENTE SERTANEJA

A professora e escritora Djanira Araújo de Medeiros

Emille Brito (neta de Marluce Brito) insistiu para beber água do pote


Netos de Zequinha Santana

Monique Brito

Nanuca Brito tomando café na quenga de coco

Maria Lídia Helena ( neta de Lília Medeiros) e seu Branco

Maria da Penha Araújo, pilando lembranças...


Helena Araújo e o sobrinho Mirvan

D. Celeste Medeiros, do alto de seus 84 anos


Dercílio Morais, idealizador da casa de taipa

Luís Antônio, filho de Nannu e João Maurício


A família de Joãozinho Poroca e Maria do Céu Linhares



Os "Salvinos": Totó Medeiros, com João Batista e Robervan Medeiros

Totó Medeiros, eu, a batata doce e a quenga de café


Esta blogueira, mais sertaneja do que nunca...

Sertaneja
(Renné Bittencourt)
Sertaneja se eu pudesse
Se papai do céu me desse
O espaço pra voar
Eu corria a natureza
E acabava com a tristeza
Só pra não te ver chorar
Na ilusão desse poema
Eu roubava um diadema
Lá do céu pra te ofertar
E onde a fonte rumoreja
Eu erguia tua igreja
Dentro dela teu altar
Sertaneja
Porque choras quando eu canto?
Sertaneja
Se esse canto é todo teu
Sertaneja
Pra secar os teus olhinhos
Vai ouvir os passarinhos
Que cantam mais do que eu
A tristeza do meu pranto
É mais triste quando eu canto
A canção que eu te escrevi
E os teus olhos neste instante
Brilham mais que a mais brilhante
Das estrelas que eu já vi
Sertaneja, vou-me embora
A saudade vem agora
Alegria vem depois
Vou subir por essas serras
Construir em outras terras
Um ranchinho pra nós dois
Fotos/postagem: Anna Jailma - jornalista e blogueira

Nenhum comentário: