sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Inquietude da alma...


O desassossego
É o travesseiro inócuo
Onde acalmo emoções,
Em flâmulas de aço
A alma opaca
É o meu mar de queixumes
Onde vago serenidade
Em espelhos prostrados.
Não sou Poeta…
Sou inquietude
Sou lama
A brotar dos trilhos
Onde falece a poesia
Refaço-me nas palavras
Numa impunidade de sol
Que se esbate altivo
Num ardor sem labareda…!

(VÓNY FERREIRA)
Anna Jailma - jornalista e blogueira, vagando pelas poesias...

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