quinta-feira, 26 de março de 2015

Reforma do Centro Cultural de Caicó tem sua qualidade comprometida em pouco mais de 1 ano




Em vistoria realizada no Centro Cultural Adjuto Dias, de Caicó, o Corpo de Bombeiros identificou “infiltrações” na cobertura, comprometendo a instalação elétrica, e recarga de extintores com “validade vencida”. Diante disso, houve recomendação de que as atividades sejam suspensas.
A atual gestão do Centro Cultural divulgou ofício emitido em fevereiro deste ano, precisamente em 24 de fevereiro - há cerca de 30 dias - para a Fundação José Augusto, informando os problemas. 
Ocorrem questionamentos sobre o posicionamento de Rodrigo Bico, presidente da Fundação José Augusto. Porém, vale destacar que a última reforma daquele espaço foi concluída em fevereiro de 2014. Precisamente em 1º de fevereiro de 2014, a então presidente da Fundação José Augusto Isaura Rosado, deu entrevista a imprensa local - Rádio Caicó AM e blog de Sidney Silva - divulgando a finalização da reforma do Centro Cultural Adjuto Dias e a sua reinauguração em março de 2014.
Interessante frisar que no ofício emitido neste ano ao gestor da FJA, é informado validade dos extintores vencida em 2013. Então leva-se a crer que quando ocorreu a finalização da reforma - em 2014 - os extintores já estavam vencidos. E assim permaneceram...
O questionamento cabível ao momento é sobre a validade - e a qualidade - desta reforma. Em um ano, o espaço já necessita de urgente reforma, porque do contrário o seu funcionamento fica comprometido, com recomendação de suspensão de atividades. Então, que qualidade teve esta reforma anterior?! Deveria realmente ter voltado a funcionar?A então gestão da Fundação José Augusto, de 2014, e a gestão do referido Centro Cultural - que permanece no cargo - demonstram terem pecado naquele momento.
Vale também lembrar que somente a pouco mais de 30 dias o atual gestor da Fundação José Augusto foi comunicado desta necessidade, visto que a data do ofício encaminhado é de 24 de fevereiro deste ano. Este não é um tempo hábil para início de reformas, muito menos em prédio público reformado recentemente.
A reforma está dentro do prazo de garantia, afinal há um ano foi finalizada. Logo, a qualidade desta reforma deixa a desejar. A torcida é para que o atual gestor da FJA, Rodrigo Bico, consiga resolver este "impasse' e que a solução buscada por ele, seja acatada pelo governador Robinson Faria, afinal, pelo andamento dos acontecimentos, a incompetência não parte de Rodrigo Bico.

Anna Jailma - jornalista e blogueira
Foto: Movimento dos Artistas na Gestão Cultural 

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